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Rogério Ceni, o "feiticeiro" do bem!

Reprodução/Cruzeiro

Encantador. O Cruzeiro, em uma estreia brilhante do técnico Rogério Ceni, não tomou conhecimento do líder Santos e venceu, com justiça e convencimento, o forte adversário. 

Desde o início, sobrou inteligência e maturidade. Ceni mandou a campo um time rápido e com a clara ideia de marcar a equipe de Sampaoli em seu campo de defesa. Para isso, a saída de bola deveria ser eficiente. Já no primeiro minuto do confronto, uma roubada de bola e a agilidade de David serviram para dar um banho de água fria no Peixe. Pedro Rocha sairia cara a cara com o goleiro Éverson, até que apareceu o Gustavo Henrique pelo caminho para derrubá-lo. Cometeu a falta (que o juiz não quis marcar), mas o amuleto do VAR corrigiu a ignorância e deixou a Raposa na boa com um a mais. O crescimento foi inevitável.

Abusando dos arremates e já com o domínio do meio-campo, Rogério aproveitou a superioridade numérica e preencheu a área santista com a presença de Fred. Egídio saiu da cancha e Dodô foi deslocado para sua origem. Ali, o Cruzeiro venceu o jogo. Pouco tempo depois, Fred mandou a zica e a seca para longe ao abrir o placar no Mineirão.

No intervalo, o torcedor (ainda extasiado com o time atacando após três anos de uma retranca irritante) se perguntava se aquele mesmo era o Cruzeiro. A resposta veio novamente no primeiro minuto, mas, desta vez, da etapa final. O arqueiro alvinegro havia operado três milagres no primeiro tempo, inclusive em dois chutes de Thiago Neves; porém, o camisa 10 celeste bateu com força e incendiou os mais de 43 mil estrelados no Gigante da Pampulha.

Vencendo por 2x0, apesar de ter tentado e criado novas oportunidades de gol, o Cruzeiro foi calculista ao rodar a bola e optou por matar, lentamente, o jogo e o desafiante. Não dava mais para os santistas de Sampaoli. A frieza, a organização e a intensidade impressionaram. Rogério Ceni trabalhou muito durante a semana e, além dos três pontos que livraram momentaneamente o pavor do Z-4, a postura também agradou muito; tanto aos jogadores quanto à torcida. 

Ainda é muito cedo para tirar conclusões de um trabalho que acabou de ser iniciado, mas a primeira impressão é extremamente positiva. De um jeito diferente, o Cruzeiro voltou a ser Cruzeiro. Teve posse de bola, finalizou muito (e bem) a gol, soube se impor e venceu. Obrigado, Ceni! Os seus feitiços surtiram efeito e o torcedor agradece!

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