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Desfibrilador do lado que o jogo é de campeonato! Haja coração, Cruzeiro!

Reprodução/Cruzeiro
Um misto de emoções e uma guerra emocional impressionante. Nas arquibancadas, um espetáculo da Nação Azul e muita euforia também por parte da torcida tricolor presente no Mineirão. No gramado, o calor da disputa entre os jogadores aumentava ainda mais o suor frio do torcedor tenso, esperançoso e sempre fiel ao seu clube.

Logo cedo, a indecisão de um pênalti inesperado decidido no VAR ecoou o grito da primeira defesa de Fábio (das muitas que ele faria na partida), mas durou por um relance. Luciano completou e abriu o placar. Grito dos cariocas e dos mineiros; uns felizes, outros abalados. Pausa. VAR novamente. Dessa vez, Ganso deslocou o arqueiro celeste e abriu o marcador, enfim, para o time de Fernando Diniz. Fim da primeira etapa de um Fluminense iluminado e de um Cruzeiro desorganizado, como poucas vezes vimos.

No tudo ou nada, o Cruzeiro se encontrou na etapa final. Subiu as linhas, pressionou o adversário e Thiago Neves, que teria direito a pedir música pelos três gols da famosa Lei do Ex, empatou o jogo. Pouco tempo depois, o VAR entrou em ação novamente. Pedro Rocha (um dos melhores em campo) foi derrubado na área. Foi assinalada a marca da cal. Sassá, que entrou no lugar do lesionado Fred, perdeu a penalidade. Pouco depois, TN10, em outro pênalti, tirou Agenor do páreo e virou o confronto, para delírio dos mais de 47 mil presentes no estádio. Quem tem estrela, faz história. Nevou no Mineirão!

A China Azul empurrava o atual bicampeão da Copa do Brasil. De virada, o Cruzeiro reencontrava a vitória após algum tempo. Quando já estava com a vaga praticamente encaminhada, no último lance, o abençoado João Pedro fez um gol histórico. Já que não temos mais o gol fora de casa, avançamos para as penalidades. Haja coração! O Cruzeiro viu o Fluminense dominar o momento e entrar com mais confiança para decidir a vaga para as quartas.

Ontem, para mim, foi diferente e especial! Na zona de imprensa, por consequência, fiquei entre as torcidas do Cruzeiro e Fluminense. Na hora H, vi torcedores de ambos agachados, de costas, pais e filhos abraçados, sorrindo ou chorando. Como é difícil não reagir diante do que acontece aos nossos olhos. Futebol é paixão! Futebol. Não preciso estender. 

No Mineirão, dois nomes não se cansam de escrever novas páginas heroicas e imortais desse clube gigante: Fábio e Thiago Neves. Um pega, o outro define. Sempre assim! O resultado foi idêntico! Passamos, ganhamos confiança e como disse Mano Menezes: o Cruzeiro está de volta! Desfibrilador do lado que o jogo é de campeonato!




6 comentários:

  1. Legal, estamos classificados para a próxima fase. Mas não podemos e não devemos nos esquecer de que foi MAIS UMA PARTIDA SEM VITÓRIA! Euforia (justificada) à parte, vamos ficar com os pés no chão e a pulga atrás da orelha. De bom, também, ficaremos livre do CONE por um bom tempo. Só assim mesmo, já que o teimoso Mano insiste em escalar o CONE AZUL

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    1. Não é só o Fred que tá devendo. Cabral, Leo, Henrique, Sasá, Marquinhos Gabriel, Lucas Silva e por aí vai. Até o Dedé, que tem crédito, não tá jogando o que joga. Temos um mês para mudar isso, se quiser continuar na Libertadores e Copa do Brasil.

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  2. Muita emoção. Parabéns aos cruzeirenses apaixonados. Rumo ao tri consecutivo, vai ser bom demais. Abraços pessoal.

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  3. Ufa , alivio e vamos pegar embalo , agora no Brasileirão....
    mas , aguentar Ariel Cabral , Fred , Henrique , Leo , com má vontade de jogar
    ou algo parecido , é Insuportável .......qs 4 não estão jogando NADA.
    Egidio e Edilson , IDEM
    tá danado , pois desgasta o Mano com a torcida que detesta o MANOBOL

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