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Presidente do Cruzeiro sonha com gramado sintético. Mineirão descarta


 A experiência do Atlético-PR na Arena da Baixada se tornou uma referência para o Cruzeiro. Pelo menos é o que garante o presidente Gilvan de Pinho Tavares. Ele gostaria de instalar um gramado sintético no Mineirão e crê que o fato poderia auxiliar o clube no desempenho como mandante. A Minas Arena, gestora do estádio, descarta a possibilidade.

 O mandatário cruzeirense reforçou o seu desejo de alteração no piso do estádio nessa sexta-feira (23). Contudo, sabe a dificuldade de implantar a sua ideia em campo que é administrado por uma concessionária.
"O Atlético-PR tem levado uma vantagem enorme no Campeonato Brasileiro por causa de problema de iluminação e sol no estádio deles. Eles gastaram uma fortuna na manutenção do gramado. Gastavam cerca de 180 mil a 200 mil reais por mês. A solução foi colocar um gramado sintético lá, mas independentemente disso, ele já pagou o custo da grama sintética. Só quem nunca jogou nas duas gramas é que não vê diferença. A bola quica mais, corre mais, você apanha da bola em algumas jogadas", afirmou.
"Além disso, mostraram um grande time. Eles foram beneficiados pelo gramado muitas vezes. Se não me engano, perderam muitas partidas. Desde 2015, andava pensando e pensei em fazer uma parceria com o Mineirão, colocar no estádio o gramado sintético. Para colocar os dois gramados na Toca da Raposa II e no Mineirão. Quem joga e treina na grama sintética, não apanha da bola. Não pude fazer isso, mas deixo essa ideia para o futuro presidente do Cruzeiro fazer", acrescentou.

 Após as declarações do cartola, pessoas ligadas à Minas Arena informaram que a mudança desejada pelo presidente do Cruzeiro é inviável neste momento. A empresa já cogitou uma alteração semelhante a esta na reinauguração do estádio. Todavia, descartou a possibilidade.

Fonte: UOL Esporte
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